Infraestrutura analítica sobre políticos brasileiros — trajetória eleitoral, histórico de cargos e presença digital, com dados do TSE, Câmara dos Deputados e Senado Federal.
O Sólon nasce do cruzamento entre ciência política, engenharia de dados e design de produto. A equipe combina formação acadêmica em política com experiência prática em estruturação de dados, modelagem analítica e construção de software.
O problema que nos move é concreto: quem trabalha com relações governamentais gasta tempo demais juntando informação fragmentada e pouco tempo analisando. Decidimos construir a infraestrutura que faltava.
Formação acadêmica em política, eleições e instituições brasileiras. Leitura que vem do campo, não de suposição.
Ingestão, resolução de identidade, normalização e cruzamento de fontes heterogêneas em escala.
Métricas de engajamento, crescimento de audiência e comportamento digital como sinais de capital político e alcance institucional.
Design de interfaces analíticas, APIs e relatórios pensados para quem precisa decidir, não para quem quer explorar.
O Sólon é uma plataforma de inteligência política que organiza dados públicos (eleitorais, legislativos e de presença pública) em uma camada analítica unificada por identidade. O objetivo é transformar informação dispersa em leitura estruturada.
Não é uma consultoria. Não produz opinião editorial. Não faz pesquisa de opinião. Opera sobre fatos verificáveis, fontes rastreáveis e dimensões analíticas separadas. A leitura é do usuário, não da plataforma.
Dados eleitorais do TSE (candidaturas, resultados, patrimônio declarado), dados legislativos (APIs da Câmara e Senado), dados de presença pública (redes sociais, Wikipedia, mídia). Cada fonte é ingerida com rastreabilidade completa.
Cada registro é vinculado a uma entidade canônica por CPF, nome normalizado e validação cruzada. O resultado é uma base onde cada ator político tem uma identidade única, independente da fonte.
Sobre a base resolvida, são aplicadas camadas analíticas: dimensões independentes por presença digital, trajetória e força eleitoral, benchmark entre pares por cargo e território, e leitura longitudinal.
O usuário acessa perfis, rankings, comparações e relatórios. Cada leitura explicita suas fontes, recorte e limitações. O artefato final é informação estruturada para decisão, não opinião.
Todas as fontes são públicas. O Sólon não utiliza dados sigilosos, privilegiados ou obtidos por meios não convencionais.
Dados eleitorais do TSE, votações nominais da Câmara e do Senado, patrimônio declarado, presença digital — tudo público, tudo fragmentado. Quem trabalha com relações governamentais no Brasil precisa cruzar essas fontes manualmente, sem identidade unificada e sem camada comparativa.
O Sólon nasceu para resolver esse gap: não é mais uma fonte de dados, é a camada de estruturação que transforma fontes dispersas em leitura consistente de ator político. Construído por quem entende tanto a ciência política quanto a engenharia necessária para dar escala a essa leitura.
Não produz pesquisa de opinião ou intenção de voto.
Não gera previsões eleitorais.
Não faz análise de sentimento em redes sociais.
Não acessa dados sigilosos ou fontes privadas.
Não substitui análise humana: estrutura informação para que a análise seja mais rápida e consistente.
Não garante cobertura uniforme: a plataforma explicita onde o dado é forte e onde é fraco.
O acesso ao Sólon é liberado de forma assistida. Solicite acesso e entraremos em contato.
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